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Ivan Grycuk.
19 anos.
Nascido em São Paulo -SP.
Mais palmeirense que brasileiro.
Acadêmico de Administração
pela UFSM.

Ver perfil completo

Autor do livro "O Conde. Lembranças, Crônicas,
Poemas..."



Autor de dois textos na coletânea de contos e microcontos Entrelinhas, da
Editora Andross.


Contato, sugestões,
encomenda de livros, etc.:

ivangrycuk@hotmail.com

Divulgue O Conde!

Eu recomendo:

O Duque,
por André Fleuringer.

Leis de Murphy

T A X I T R A M A S

*Teca*

Vou ser pai... E agora?

Carlos Miceli

Sem Retoques

La Vita è Bella

Q SE FLOG

Crônicas do Joel

Improfícuo

Saber é bom demais!!

ChristianGump.net

Ponto de Vista

Contra Senso

Gerador de Improbabilidade Infinita

TPara te alegrar basta ter

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01/12/2007

Conde era o senhor feudal, dono de terras denominadas "condado". Inicialmente...
Saiba mais, clique aqui!

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O Conde, de Ivan Grycuk...

Ela passou pelas minhas mãos. Se fundiu com a minha boca. Desceu e encontrou abrigo. Roubou o momento. Me deu prazer. Ah, minha xícara de café!


Sábado, Maio 31, 2008

31 de maio e a Blogosféra unida contra o tabaco!







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Sexta-feira, Maio 30, 2008

Re-running

Naquele exato momento em que Deus disse haja luz em São Paulo surgiram os faróis (sinaleiros, sinais...). E no momento em que apareceram os faróis na capital financeira do Brasil, ou melhor, antes até, os engarrafamentos tornavam-se a marca registrada da terra da garoa.

Ô transitozinho!!


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Carta de Paulo à sua mãe

Querida, grande, boa e gloriosa mãe. Agradeço-te por perdoar todos os meus pecados e permitir minha presença em vosso reino.

Oh, mãe, minha boa, poderosa e amada mãe. Te agradeço por tudo que tens me proporcionado...
(...)

... eu queria só um aumentozinho na mesad...


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Quinta-feira, Maio 29, 2008

Trecho - O Conde. Lembranças, Crônicas, Poemas...

Lembranças, lembranças e mais lembranças… talvez seja disso que seja feita a vida. Tudo acaba por se tornar uma lembrança.

Aquele beijo molhado, o primeiro ou último deles. Aquele cheiro de café no início da manhã. O prazer de andar descalço pelas areias molhadas por ondas, em uma praia deserta, vazia. Aquele luar que se torna mágico, ao lado de milhares de estrelas, planetas, cometas... há, e aquele perfume! O doce aroma, sabor e essência da pessoa amada! Lembranças! Tudo acaba por se tornar lembranças. Elas não param de se acumular! Não param de chegar! Há, as lembranças!

Me lembro também de um beijo, o mais apaixonado que já dei! Me lembro de muitos outros beijos, mas – sem dúvidas – nenhum foi tão apaixonado! Esse beijo me beija a cada lembrança, me faz lembrar a cada momento que beijo minhas futuras recordações, que beijo o meu presente que, aos poucos, vai se tornando passado também, vai virando lembranças... produzindo lembranças... lembranças e mais lembranças! Esse beijo é o beijo que o meu amor me beija! É o beijo que eu dou nela e que ela dá em mim!

Não me lembro de muitas coisas melhores do que um beijo. Para ser bem sincero, conheço poucas, bem poucas. Há muito pouca coisa melhor que um beijo apaixonado.

Desejo a todos muitos beijos e felicidades nessa leitura, muita saúde... e especialmente um imenso pacote, embrulhando as melhores das boas lembranças.

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Para adquirir o seu, entre em contato pelo e-mail:
ivangrycuk@hotmail.com



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Re-running

Canção do Brasil

Minha terra não é terra,
É um apartamento para alugar;
As aves, que aqui gorjeiam,
São a campainha da porta da cozinha.

Meu céu é cinza escuro,
Minhas flores vivem horrores,
Meus bosques apodrecem sem vida,
Sem vida e sem amores.

Em cismar, sozinho, à noite,
Mais malucos eu encontro lá;
Minha terra tem cicatrizes,
Que nem Deus pode curar.

Minha terra tem usinas nucleares,
Mas ninguém sabe como usar;
Em cismar – sozinho, à noite –
Mias maníacos encontro eu lá;
Minha terra não é terra,
É um apartamento para alugar.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que salve todo mundo lá;
Sem que livre essas crianças
Do futuro que está para chegar;
Sem que abandone esse apartamento,
E fuja para qualquer outro lugar.

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Baseado na Canção do exílio, de Gonçalves Dias


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Re-running

Canção do auxílio

Na minha terra tem dinamites,
Para explodir todos os Sabiás;
Os homens, que aqui morrem,
Morrem pior do que morrem lá.

Nosso céu não tem mais estrelas,
Nossas várzeas não têm mais flores,
Nossos bosques não têm mais vida,
Nossa vida nunca teve amores.

Cansado, sozinho, à noite,
Muito stress encontro eu lá;
Minha terra tem dinamites,
Para explodir todos os Sabiás.

Minha terra tem psicopatas,
Que tais não encontro em outro lugar;
Cansado — sozinho, à noite —
Muito stress encontro eu lá;
Minha terra tem dinamites,
Para explodir todos os Sabiás.

Não permita Deus que eu morra,
Antes que eu saia de lá;
Sem que fuja dos psicopatas
Que eu não encontro em outro lugar;
Sem que detone as dinamites,
E destrua os Sabiás.

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Baseado na Canção do exílio, de Gonçalves Dias


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Re-running

Canção do perdido

Minha terra não existe,
Não tenho para onde voltar;
Os ares, que por ai ecoam,
Não têm como chegar lá.

Meu céu não tem estrelas,
Meus jardins não têm mais flores,
Meu bosque não tem mais vida,
Só me restam alguns amores.

Em chorar, sozinho à noite,
Desespero encontro eu cá;
Minha terra não existe,
Não tenho para onde voltar.

Minha terra teria escritores,
Que tais não encontro mais eu cá;
Em chorar — sozinho, à noite —
Desespero encontro eu cá;
Minha terra não existe,
Não tenho para onde voltar.

Não permita você que eu morra,
Sem que abrigo encontre eu lá;
Sem que desfrute os livros
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda avista as palmeiras,
Do lugar que eu queria estar.

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Baseado na Canção do exílio, de Gonçalves Dias


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Quarta-feira, Maio 28, 2008

Relembrando - Convite

Dia 31 de maio, das 16 às 19 haverá o lançamento do livro Entrelinhas - Contos e Microcontos. A obra é uma coletânea de contos e o bloguista que vos fala terá dois textos ao longo das páginas do livro, Cotidiano e Mamãe disse assim para o filinho.



O evento acontecerá na Casa das Rosas.



Localizada na Av. Paulista, 37 (próximo ao metrô Brigadeiro), em São Paulo - SP.

O evento é aberto ao público e você está mais do que convidado!

E para quem estiver interessado em adquirir o livro - decore meu nome -, o preço no dia do lançamento será R$ 19,00 - nas livrarias custará R$29,00.

Te vejo lá!

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Apoio bloguístico:

Gerador de Improbabilidade Infinita
Gerador de Improbabilidade Infinita



by Oscar Luiz



Flainando na Web


Obrigado!


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Re-running - Lembrai-vos! Eles não sabem o que esquecem!!

Os contos horacianos:
The darkside of Horácio


Apesar de manco, Horácio era um excelente jogador de volei. Até que jogava bem basquete também. Mas era como a maioria dos brasileiros e terráqueos no futebol.

Horácio era alérgico a batatas. E não comia a mandioca por precaução.

Horácio não era nem preto nem branco. E seus olhos, um verde e outro negro, eram castanhos. Era brasileiro! Afro-índio-europeu-ateu...

Horácio não fumava e não fumavam Horácio. Nem só pra experimentar.

Horácio gostava de ler, de escrever, de ser, de exisir, de sentir, de rir, de dormir... de preferência verbos terminados em "er" e "ir", o pobrezinho não gostava das outras acabações.

Horácio fazia o arroz. Mas o arroz não fazia o coitado do Horácio.

Horácio era mistura de gaúcho com baiano. Digamos, ele era goiano.

Horácio era inteligente e besta. Confuso e organizado. Introvertido e desesperado.

E Horácio... o grande Horácio! Pediu pra eu acabar com sua crônica outra vez! Antes que a coisa piorasse ainda mais pro lado dele!


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Re-running - Lembrai-vos! Eles não sabem o que esquecem!!

O pombo

Era uma sexta-feira, pouco depois das 11:30. O dia estava um pouco nublado, e a temperatura por volta dos 17ºC. Os pássaros cantavam, meio rocos... mas afinados. Um sopro frio de vento ecoava nos ouvidos de Jéssica. E ela andava encolhida, apertando e esfregando suas mãos. De quando em quando, ia se abraçando e resmungando, esperando esquentar um pouco.

- 17ºC nem é tão frio assim garota!", lhe dizia ela mesma.

- Calma lindinha! Ta quase lá, só mais um pouco...", dizia baixinho, para ninguém mais escutar.

Para o termômetro da praça a temperatura estava em 46ºC.
- Essa coisa nunca funciona! Era melhor que gastassem dinheiro público em calçadas descentes! Porcaria de relóg...

Jéssica caminhava pela avenida principal, aquela do "edifício de seis andares" - o maior da região - quando um pombo pousou alguns metros à sua frente. Jéssica continuou andando mas olhava, curiosa, para o pombo.

- Esse sim é um bicho esquisito! - pensava ela - Eles devem ter algum sentido especial para notar as pessoas... sempre fogem da gente, mesmo sem estar olhando..."

E Jéssica ia se aproximando do pombo, que não esboçava reação. Até que, quando o pombo estava a pouco mais de 2 metros de distância, Jéssica parou. O pombo, antes de costas, encarou-a olho-no-olho. Alguns segundos se passaram, e nenhum dos dois esboçou qualquer reação. Então o pombo disse para Jéssica: - Vá, minha filha! Você está livre!!

E Jéssica saiu voando... estava liberta de tudo. A temperatura agora estava agradável. E tudo do que ela tinha medo estava longe... bem longe lá para baixo.


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Segunda-feira, Maio 26, 2008

Cotidiano IIII - Reviravoltas

Carlinha gostava de carros mas morria de medo de dirigir. Era baixinha e desajeitada. Esquecia coisas no teto do carrro. Deixava a gasolina acabar com frequência. Detestava a faixa do meio. Não ligava nem o rádio nem o pisca. Desligava o celular. Assustava-se o tempo todo com os carros passando, as buzinas gritando e, mais do que qualquer outra coisa, tinha pavor de túneis e pontes.

Marquinho, seu namorado, apesar de ser tímido como radar de rodovia, era muito inteligente. O rapaz tinha quase 2 metros de altura, era branco-susto e meio cego, mas nada demais.

O casal namorava há quase 6 anos. Tentaram sexuar uma vez mas Carlinha revelou-se muito cansada. Não precisavam correr o risco, concordaram os dois. Quando quisessem filhos o fariam.

Eram evangélicos e gostavam de ir à igreja. O grupo de amigos crentes, do qual o casal fazia parte, sempre se reunia após as reuniões para ir em grupo a todos os tipos de lugares como shopping, cinema, cinema, shopping e cinema, entre muitos outros. Se divertiam muito, contavam várias piadas, como "Porque só Deus salva? Porque o diabo tá falido!".

Algum tempo se passou, Carlinha e Marquinho se casaram e... tiveram 12 filhos.


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Convite à blogosféra


Sábado, dia 31 de maio, será lançado o livro "Entrelinhas - Contos e Microcontos", da Editora Andross.

A obra é uma coletânea de contos e o bloguista que vos fala terá dois textos ao longo das páginas do livro, Cotidiano e Mamãe disse assim para o filinho.

O evento será na Casa das Rosas, na Av. Paulista, 37, São Paulo - SP e o local é próximo ao metrô Brigadeiro.

A entrada é franca e para quem estiver interessado em adquirir o livro - decore meu nome -, o preço no evento será R$ 19,00 - nas livrarias custará R$29,00.





Sempre sonhei em lançar um livro e sei que alguns dos "meus leitores" também têm esse sonho em comum. Gostaria muito de contar com a presença de todos vocês no evento e, quem sabe, fazer uma reunião blogótica em algum bar por ai e discutir filosofia bloguista - e , por que não, bloglivros - até o sol raiar... topam?

Nota: emprestei a idéia do encontro do Gerador de Improbabilidade Infinita
Gerador de Improbabilidade Infinita



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Cotidiano de um ciumento

Começa com um grito
E o pranto vem em chamas
Ao socorro da fedelha
Da confiança, aquela miserável!

O som do soluço
E o espasmo de um beijo
Beliscam em cheio
O pobre do medo
Que, coitado, fugiu apavorado,
Gemendo e surrado.

Continua com um berro
E com o choro gelado
De um paspalho apaixonado
Esperando, com saudade,
O maldito do medo voltar,
Mas com a certeza não-certa
De que não é hoje que esse poema vai acabar.


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Domingo, Maio 25, 2008

Parênteses XXXXIII - Comunique-se!



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Esse texto foi feito com base no tema comunicação e foi proposto pela professora de Produção de Texto durante uma das aulas na faculdade.

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Comunique-se!

A comunicação não é apenas importante, é essencial para a vida em sociedade. Animais que vivem em bandos têm meios de se comunicar, seja através de sons ou através de atitudes – como correr. Conosco não é tão diferente, apesar de nos comunicarmos através de meios que muito provavelmente não passam pela cabeça de outros animais.
Temos o telefone, o tão amado e odiado telefone. Através desse meio nos comunicamos com parentes a quilômetros de distância, fechamos negócios com empresas em quase qualquer lugar do mundo, acessamos a internet... Falar ao telefone é tão misterioso quanto escrever. Não, não escrever em um computador, escrever no plano tangível, ver as letras aparecendo em desenhos e se espalhando em livros, textos, artigos, bilhetes entre namorados... enfim, a comunicação assumindo uma de suas diversas formas. Realizando a troca de informações e nos fornecendo os subsídios necessários para uma vida em comunidade.
O telefone e a escrita. Através do primeiro informamos a chegada da mercadoria, uma possível oportunidade de negócios e através dele, o departamento de finanças sugere ao chefe que as ligações para sua nova namorada estão custando muito caro para a empresa. Através do segundo o conhecimento vem sendo transmitido de leitura em leitura, de interpretação em interpretação, de tese em tese, etc. Sem a comunicação (a transmissão) não faríamos fogo, não tomaríamos café com açúcar, não faríamos faculdade e muito menos estaríamos sentados à frente do monitor hoje.
Não há nada como a comunicação. Ela pode até não ser um órgão vital – ou um não tão vital assim – do nosso corpo, mas é graças a ela que temos as informações necessárias para saber “o que”, e o “por que” um órgão é vital em nosso organismo. Sem comunicação não teríamos empresas, não saberíamos fechar um negócio. Sem a comunicação um telefone seria inútil, um computador seria inútil, uma universidade seria inútil. Não saberíamos escrever e muito menos conseguiríamos ler. Para que coração ou pulmão se não existir a comunicação? Comunique-se!


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África do Sul de Bombachas!



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Esse texto é do surpreendente Astolpho Roberto, do Vou ser pai... e agora?. Gostei muito do conteúdo, da opinião e do desenrolar do post desse bloguista de Porto Alegre - RS.

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Cuidado gente...

Lembram das minhas considerações sobre futebol, há pouco tempo atrás? Pois é, hoje volto a falar de futebol, porém de um problema que INICIA com o futebol.

Todos sabem do bairrismo gaúcho. É fato! Eu mesmo sou MUITO bairrista, porém como tudo na vida, há limites. Quando feito de forma saudável, de forma que não ofenda ou fira ninguém, é bonito e/ou engraçado. É uma forma de blindar nossa cultura que, se não é a mais arraigada entre os povos brasileiros, é uma das primeiras.

Eu tenho muitas preocupações quanto ao bairrismo destrutivo. O gaúcho consegue ser bairrista no Rio Grande. A melhor cidade, a terra disso, a terra daquilo, campeão disso ou daquilo. Dá briga, bate boca, socos e pontapés. O gaúcho porto-alegrense consegue ser bairrista dentro da cidade, disputando atenções e criando uma "guerrinha" desnecessária. Aí você me pergunta: onde entra o futebol?

No Rio Grande, muitos não gostam se você não torce por azuis ou vermelhos. Em Porto Alegre, não admitem. Ou você é azul e anti-vermelho ou vermelho e anti-azul. Aqui, o jornalista que assumir sua preferência clubística é crucificado. Se a governadora ou o prefeito ou o diretor da escola ou o dono da padaria faz "merda", é por que é azul ou vermelho. Essa intolerância e discriminação é tão absurda quanto a atitude do sr. Dick Advocaat, o holandês técnico do Zenit, time russo, campeão da Copa da UEFA, que não admite negros no seu time. Estaríamos nós criando um novo tipo de racismo? A algum tempo um torcedor azul foi morto por torcedores vermelhos por desfilar com orgulho com sua camiseta. O inverso também é comum.

Como viver numa época em que mais precisamos contar uns com os outros, com tamanha intolerância?

Pode parecer uma preocupação genérica, mas sempre imagino como o maior problema global poderia afetar a minha casa, minha família. É como se ativasse um "zoom" pra dentro do problema. Criamos discussões e debates sobre alguns assuntos, muitas vezes inflamados, porém sempre com resultados positivos.

Sou intolerante à intolerância!

Não quero ver meu filho sendo discriminado na rua. Não quero que ele sofra com isso. Imaginem, no devaneio mais louco, médicos para azuis e vermelhos, bairros para azuis e vermelhos, leis, políticos, polícia, professores...

"Meu senhor, o senhor não pode trazer o seu filho azul aqui, pois esse hospital é pra vermelhos! Saia já daqui antes que eu chame a segurança!"

"Soldado Da Silva, encana esse vermelho aí! Ninguém manda ficar passeando aqui na área azul! CÁGA-LHE A PAU!"

Não dá gente! É o Apartheid Colorido, a África do Sul de Bombachas!

Acho que vou começar a torcer pelo vôlei...

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Gostei também de poder comentar sobre ele:


Pois é, esse é um dos meus maiores medos quanto a por alguém no mundo. Já pensei e conversei um bocado sobre isso apesar não planejar uma criança em um futuro próximo.

Fica a dúvida, como vou poder proteger sem discriminar? Como vou ajudar sem comprometer? Também sou intolerante à intolerância, à falta de respeito e ao Apartheid Colorido quanto a qualquer coisa que seja.

Sou contra o bairrismo, apesar de ser bairrista e não ter intenção de deixar de ser. E diferente do que muitos querem, não quero um filho gaúcho, paulistano, brasileiro ou norte-americano, quero um filho que seja o que ele mesmo e saiba disso, apesar dele ser palmeirense e amar os pais como heróis.


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Vai a dica, Vou ser pai... e agora?, um ótimo blog para se ter nos favoritos!

E um grande abraço para o casal de contabilistas!


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Um poema:
Desabafo


Saí da sala
Antes dela chegar
E me oferecer o aconchego
Que eu não deveria ganhar.

Fui para o quintal dos fundos,
Me tranquei na dispensa abandonada
Esperando ela me deixar
Sem, sequer, ter do que me queixar.

Achei um porão e me escondi ainda mais,
Desci as escadas e sentei-me no último degrau,
Encolhido e soluçando,
Fugindo do mal que sei que sou capaz de causar
E me aborrecendo com a possibilidade de, ainsa assim,
Ela me encontrar e me salvar.

Mas ouvi meu medo e voltei correndo para a superfície,
Arrebentei a porta em prantos
E corri para a sala
Onde ela esperava em prantos
O carinho e o aconchego que, ela sim, merecia ganhar.


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"Para gostar de ler"

Fazer sexo é como ler um livro... o clima, a história, as personagens interligando-se, formando toda uma cadeia intrigante e excitante de acontecimentos, gestos e palavras, por mais monossilábicas que possam vir a ser.

Não há, necessariamente, regras para nenhum deles. Uma pessoa pode, muito bem, sexuar outra sem mostrar qualquer evidência de emoção, sentimento ou o que quer que seja mas, psicologicamente falando, não demonstrar emoções, sentimentos, culpas... por mais não-emotivo que possa vir a ser o sexo ele é uma explosão de desejos, vontades, medos, amor, ódio... Rita Lee até já cantou algo parecido: "Amor é um livro, sexo é esporte...", conhece?

Amar é o verdadeiro esporte, seja amador ou profissional, coadjuvante ou ator principal, os apaixonados que o digam! E sexo, esse sim é o verdadeiro livro, onde a pessoa se envolve, faz parte de algo além de seu próprio mundo, onde tem dúvidas, tem certezas, tem medos, desejam algo... um livro! Um envolvimento árduo entre papel e sujeito, toda uma grande história de fundo, em que dúvidas, insinuações, desejos, medos, certezas, opiniões... o sexo!

E assim sedo, há algo mais simbólico e/ou mais explícito em relação ao fim do ato sexual em si do que terminar de ler um livro? Saber que terminou, querer mais, mais e mais e terminou. As personagens fantasiadas, os locais, pensamentos... o que quer que seja... terminou o livro. E agora, um passo pode ser começar a ler outro o mais rápido possível, ou não. Assim como os livros, o ato do sexo é sempre não-igual a qualquer outro. Por mais semelhante que seja e por mais personagens em comum que possa haver. Sexo... livro... viva a vida!


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Um poema:
As minhas


Cabeças vão rolar
Vazias e sem contexto
Pela rampa do descontentamento
E vão cair e quicar sobre muitas outras,
As minhas.

Cabeças vão rolar
Porque eu me deixei escapar,
Como se fosse algo de novo
Ter de esquecer para não e lembrar.

Cabeças vão rolar
E apesar de serem muitas
Não vão te incomodar.


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Sábado, Maio 24, 2008

Voltei... mas não por muito tempo!

Nada como acordar as 6 da manhã de um feriado! Nada como ter que desligar o despertador, tomar um café, vestir calça jeans e camiseta e pegar um ônibus. Algumar horas de viagem... uma grana digna de nota fiscal de representante comercial por um pãozinho de queijo em um daqueles restaurantes parada de ônibus... horas... mp3 player sem bateria... mais horas... trânsito... horas de aeroporto... pouco mais de meia hora no céu e São Paulo. São Paulo aos montes! Por todos os cantos e lados.

São Paulo não te dá boas vindas nem quer que você volte sempre. São Paulo implora por socorro e o trânsito corre e pára de medo. A cidade diz entre, uma placa diz conversão a esquerda e a voz diz "corra!", mas não adianta... São Paulo... aos montes... por todos os becos e láudos.



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Quinta-feira, Maio 22, 2008

Qual o nome do bicho?



Esse era o meu companheiro nas aulas de química do cursinho, eu chegava a desenhar 3 ou 4 tirinhas dele por aula. Era uma produção em massa de formas estranhas e bichos esquisitos.

Ontem à noite resolvi brincar um pouco com o Corel Draw e... deu no que deu.

Alguma sugestão para o nome dele?


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Parênteses XXXXII - É...

Essa semana eu comprei o Corel Draw X4, mais um programa para a minha máquina de 900Mhz tomar conta. Até que a criança não tem travado tanto e, eu me orgulho de dizer, está funcionando muito melhor do que muito processador potente por ai - em especial os de lan house. Nos últimos 6 meses meu computador não travou mais do que 3 vezes, o que é um feito!

E para delírio da galera eu não tenho anti-vírus, não sou louco de instalar um no meu computador... imagina só, nem o Paint rodaria sem me deixar estressado! Instalei um anti-vírus no meu computador alguns anos atrás mas formatei em menos de uma semana para nunca mais me incomodar com camisinha virtual. Não sei se já inventaram algo que uma formataçãozinha não resolva.


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Quarta-feira, Maio 21, 2008

Extra! Extra! - vem livro novo por aí!

E a notícia é de primeira mão, só três pessoas sabiam antes desse post.

A escolha do título vai ser feita por uma comissão de neurônios até sexta-feira.


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Parênteses XXXXI - A não-revolta dos desrevoltados

Conhece Cazuza? E aquela música Eu Queria Ter Uma Bomba? Pois é, no meu caso a história é outra.

Eu queria ser uma bomba, mas queria explodir sozinho, sem ninguém por perto e sem deixar nenhum vestígio.

Existe alguma bomba assim? Acho que nem as defeituosas explodem assim.


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Terça-feira, Maio 20, 2008

Parênteses XXXX - Quase lá...

Terça-feira, véspera de véspera de feriado, o dia perfeito para... deixa eu olhar o catálogo... para querer que o feriado chegue logo! Isso mesmo!

Uma praia caia bem, né? Tudo bem que aqui no sul está um bocado frio, mas... bom, nem que seja só pela vista! PRAIA JÁ!!


Praia da Armação. Florianópolis - SC


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De acordo com a wikipedia:

Feriado é uma data em que determinada ocasião é comemorada por uma nação, comunidade, religião, grupo étnico ou classe trabalhista. Os governos podem instituir feriados em nível federal, estadual (ou regional) ou ainda municipal, dependendo da extensão da importância comemorada. Esses feriados podem ser determinados obrigatórios, ou seja, as pessoas são dispensadas do trabalho; ou facultativos ("ponto facultativo"), caso em que as organizações tem liberdade para acatar ou não a dispensa do trabalho.

Cada feriado possui sua razão de acontecer em determinada data, e estas podem ser fixas, isto é, acontecer todos os anos no mesmo dia e mês, como o Natal, que sempre ocorre no dia 25 de Dezembro, ou móveis, relativos a alguma outra data ou período do mês, como por exemplo o dia dos Pais, que no Brasil ocorre no segundo domingo de agosto.

O Rio de Janeiro é o segundo estado em número de feriados no Brasil, quer ver o primeiro? Então clique aqui para ver a lista dos feriados federais e estaduais brasileiros.


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Segunda-feira, Maio 19, 2008

Cotidiano III

- Vinte e doze. – pediu Floriana.
O homenzinho gordo foi buscar os pães e voltou com uma pergunta.
- A senhora se importa de esperar mais 10 minutos? Está saindo uma fornada nova.
- Tudo bem, então. Me vê um café? Vou esperar em uma mesa.
- Sim, senhora. – e lá se foi de novo o homenzinho.

Uma ruiva alta, de olhos verdes, cabelos encaracolados e formas muito bem definidas apareceu saindo da cozinha (ou o que quer que seja atrás “daquela porta”), ela segurava uma bandeja prata com uma caneca negra e alguns bolinhos doces.
- Obrigada, querida. – agradeceu-lhe Floriana, morrendo de inveja do sorriso e da vitalidade da funcionária.
E foi-se a ruiva. Passou ela novamente pela porta para não fazer doer a vista da rica e maquiada Floriana.

A mulher tomou um gole do café, já açucarado. Fernando conhecia as manias dela, era uma antiga cliente. A caneca era a única que havia na padaria, e fora comprada especialmente para ela – a pedido dela. O café era passado todos os dias aos mesmos horários, para satisfazer a nobre Floriana, que nunca se atrasou. Os pães a mesma coisa, sempre frescos para ela, sempre com 10 minutos para um café.

Floriana estava triste. Terminou seu café, pagou a conta, deixou o troco e foi para o carro chorar. Outra vez.


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Dá-lhe!

Boa semana à todos!

A minha começou bem... vou poder tirar sarro de todos os colorados lá na faculdade - morar no RS até que tem suas vantagens, nem eu nem a maioria dos corintianos roxos sou tão fanáticos quanto eles.


Quando surge o alviverde imponente...!



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Domingo, Maio 18, 2008

Parênteses XXXIX - Saudades...

Há mais de três semanas eu venho correndo feito louco fazendo trabalhos da faculdade, participando das eleições para o Diretório Acadêmico e da organização da Semana Acadêmica.

O tempo voa e as tarefas e trabalhos só aumentam.

Que saudade de jogar video-game! A abstinência já dura quase um mês!


Será que vai dar tempo no feriadão?! Tomara!



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Manual crítico sobre o uso do MSN



"Sempre odiei o que a maioria das pessoas fazem com os seus MSN's.
Não estou falando desta vez dos emoticons insuportáveis que transformaram a leitura em um jogo de decodificação, mas as declarações de amor, saudades, empolgação traduzidas através do nick.

O espaço 'nome' foi criado pela Microsoft para que você digite O NOME que lhe foi dado no batismo. Assim seus amigos aparecem de forma ordenada e você não tem que ficar clicando em cima dos mesmos pra descobrir que 'Vendo Abadá do Chiclete e Ivete' é na verdade Tiago Carvalho, ou 'Ainda te amo Pedro Henrique' é o MSN de Marcela Cordeiro. Mas a melhor parte da brincadeira é que normalmente o nick diz muito sobre o estado de espírito e perfil da pessoa. Portanto, toda vez que você encontrar um nick desses por aí, pare para analisar que você já saberá tudo sobre a pessoa...

'A-M-I-G-A-S o fim de semana foi perfeito!!!' acabou de entrar. Essa com certeza, assim como as amigas piriguetes (perigosas), terminou o namoro e está encalhadona. Uma semana antes estava com o nick 'O fim de semana promete'. Quer mostrar pro ex e pros peguetes (perigosos) que tem vida própria, mas a única coisa que fez no fim de semana foi encher o rabo de Balalaika, Baikal e Velho Barreiro e beijar umas bocas repetidas.
O pior é que você conhece o casal e está no meio desse 'tiroteio', já que o ex dela é também conhecido seu, entra com o nick 'Hoje tem mais balada!', tentando impressionar seus amigos e amigas e as novas presas de sua mira, de que sua vida está mais do que movimentada, além de tentar fazer raiva na ex.
'Polly em NY' acabou de entrar. Essa com certeza quer que todos saibam que ela está em uma viagem bacana. Tanto que em breve colocará uma foto da 5ª Avenida no Orkut com a legenda 'Eu em Nova York'. Por que ninguém bota no Orkut foto de uma viagem feita a Praia-Grande - SP ?

'Quando Deus te desenhou ele tava namorando' acabou de entrar. Essa pessoa provavelmente não tem nenhuma criatividade, gosto musical e interesse por cultura. Só ouve o que está na moda e mais tocada nas paradas de sucesso. Normalmente coloca trechos como 'Diga que valeuuu' ou 'O Asa Arreia' na época do carnaval.

Por que a vida faz isso comigo?' Acabou de entrar. Quando essa pessoa entrar bloqueie imediatamente. Está depressiva porque tomou um pé na bunda e irá te chamar pra ficar falando sobre o ex.

' Maria Paula ocupada pra c** ' acabou de entrar. Se está ocupada pra c**, por que entrou cara-pálida? Sempre que vir uma pessoa dessas entrar, puxe papo só pra resenhar; ela não vai resistir à janelinha azul piscando na telinha e vai mandar o trabalho pro espaço. Com certeza.

'Paulão, quero você acima de tudo' acabou de entrar. Se ama compre um apartamento e vá morar com ele. Uma dica: Mulher adora disputar com as amigas. Quanto mais você mostrar que o tal do Paulão é tudo de bom, maiores são as chances de você ter o olho furado pelas suas amigas piriguetes (perigosas).

'Marizinha no banho' acabou de entrar. Essa não consegue mais desgrudar do MSN. Até quando vai beber água troca seu nick para 'Marizinha bebendo água'. Ganhou do pai um laptop pra usar enquanto estiver no banheiro, mas nunca tem coragem de colocar o nick 'Marizinha matriculando o moleque na natação'.

' < . ººº< . ººº< / @ || e $ $ ! || |-| @ >ªªª . >ªªª >' acabou de entrar. Essa aí acha que seu nome é o Código da Vinci pronto a ser decodificado. Cuidado ao conversar: ela pode dizer 'q vc eh mtu déixxx, q gosta di vc mtuXXX, ti mandá um bjuXX'.

'Galinha que persegue pato morre afogada' acabou de entrar. Essa ai tomou um zig e está doida pra dar uma coça na piriguete que tá dando em cima do seu ex. Quando está de bem com a vida, costuma usar outros nicks-provérbios de Dalai Lama, Lair de Souza e cia.

'VENDO ingressos para a Chopada, Camarote Vivo Festival de Verão, ABADÁ DO EVA, Bonfim Light, bate-volta da vaquejada de Serrinha e LP' acabou de entrar. Essa pessoa está desesperada pra ganhar um dinheiro extra e acha que a janelinha de 200 x 115 pixels que sobe no meu computador é espaço publicitário.

'Me pegue pelos cabelos, sinta meu cheiro, me jogue pelo ar, me leve pro seu banheiro... ' Acabou de entrar. Sempre usa um provérbio, trecho de música ou nick sedutores. Adora usar trechos de funk ou pagode com duplo sentido. Está há 6 meses sem dar um tapa na macaca e está doida pra arrumar alguém pra fazer o servicinho.

'Danny Bananinha' acabou de entrar. Quer de qualquer jeito emplacar um apelido para si própria, mas todos insistem em lhe chamar de Melecão, sua alcunha de escola. Adora se comparar a celebridades gostosas, botar fotos tiradas por si mesma no espelho com os peitos saindo da blusa rosa. Quer ser famosa. Mas não chegará nem a figurante do Linha Direta.

Bom é isso, se quiserem escrever alguma mensagem, declaração ou qualquer coisa do tipo, tem o campo certo em opções 'digitem uma mensagem pessoal para que seus contatos a vejam' ou melhor, fica bem embaixo do campo do nome!! Vamos facilitar!

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*Na fonte original estava assinado Arnaldo Jabor, mas há incertezas.

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Veio do:



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Sábado, Maio 17, 2008

Valeu o acesso!! - Frase do dia

"Eva era tão ciumenta que todas as noites contava minhas costelas."
Adão

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Veio do:
TPara te alegrar basta ter


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Beijo na boca é coisa do passado...



... a moda agora é morrer intoxicado!


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Quinta-feira, Maio 15, 2008

O bar

Pedi um café e um brownie. E em menos de cinco minutos a waitress - uma morena linda de olhos muito pretos escurecidos ainda mais pela maquiagem, de pele branca como a luz do fim do túnel e lindas mãos grandes e delicadas - voltou a minha mesa e, esbanjando sorrisos honestos de bom-humor e sensualidade, serviu-me o pedaço de bolo de chocolate a la americana e a caneca preta com café forte melado de açúcar, do jeito que eu gosto. Dei-lhe alguns dinheiros para a conta e a gorjeta e ela se foi, me amando por um instante ela se foi.

O bar era muito bem escondido, muito bem decorado de escuro, com algumas poucas luzes fracas no balcão. Não tem muitas mesas, nem muita gente, nem as obscenidades exageradas dos outros bares. Não tem fotos nas paredes nem preços nos vendidos. Não tem nome nem existe. Não é famoso, e quem o conhece não divulga. Eu o chamo de refúgio, mas só o chamo em pensamento, porque o bar sou eu.


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Imperialismo brasileiro! Isso sim!

Sabe aquela velha história que diz que o “imperialismo americano” é o culpado pelo estado em que o mundo se encontra?

Pois é, mas como isso se aplica no caso do Brasil, o eterno “país do futuro”? Será que milionários americanos contrataram laranjas brasileiros para se tornarem latifundiários e comprar quase todo o território nacional?

Digamos então que os americanos são os responsáveis por coordenar os passos de boa parte dos políticos brasileiros, então eles mandam cortar custos com saúde e educação e depois dizem para investir em contas privadas de várias ilhas por ai a fim, mais do que obviamente, de arrecadar um bom dinheiro com a taxa de juros cobrada para depois, poder investir mais no Brasil.

E a Copa do Mundo de 1998 na França? Claro exemplo da influência norte-americanista no futebol – imagina só um país como o Brasil ser campeão? Mas nunca! Sem falar na Copa de 2002! O Brasil venceu? Venceu! Mas apenas graças a mudança de pensamento dos imperialistas, que pensaram “pobrezinhos, vamos dar uma chance a esse povinho” e convenceram o Kahn a frangar.

Qual é o seu filme favorito? Outra manobra estadunidense para lavar nossos cérebros vazios e empoeirados? Óbvio! Vai dizer que o filme que você mais gostou é, realmente, de outro país? Que seja então, mas quem financiou?

As favelas! Quase me esqueci delas. São uma óbvia invenção norte-americana para restringir a proliferação dos estacionamentos de trailers (favelas norte-americanas) pelo mundo. Vários anos atrás alguns espiões da CIA vieram ao Brasil e ensinaram – em aproximadamente 10 passos – como construir uma casa com pedaços de madeira e papelão, como por dois colchões dentro e morar em vinte pessoas. Os brasileiros não têm absurdamente nada a ver com isso!

SALVE o Brasil! Mas salve rápido!


Duuuhhhh


É como aquela outra velha história... será que o umbigo dos outros é realmente o mais sujo?

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Imagem: Ponto de Vista

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Dica de leitura:
Eles têm povo, e nós?
Da socióloga Maria Lucia Victor Barbosa.


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Edição limitada - Negresco Eclipse

É meus queridos amigos leitores... comprei o último pacote do mercado!



Por que? Por que? Será que ela volta para mim?


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Parênteses XXXVIII - Faça amor! Não faça guerra!



Falando sobre amor, vou aproveitar para dar uma oportunidade única para um grande poeta brasileiro não muito conhecido. É com muita honra que eu cito Vinicius de Moraes aqui n'O Conde.

O amor é a coisa mais triste quando se desfaz.
Mas que seja infinito enquanto dure!
*

É aquela história, aquela que nunca vai ficar velha, mesmo que acabe um pouco esclerosada...

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Trechos de:
"O Amor em Paz" e "Soneto do Amor Eterno", de Vinicius de Moraes.


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Terça-feira, Maio 13, 2008

Parênteses XXXVII - Queria saber o que Freud diria...

Não sei o motivo mas, quanto mais sério eu falo mais risada dão! E eu achando que tinha que fazer piada para as pessoas rirem! É... O Conde já tem mais de 6 meses de vida... eu tenho quase 8 anos de blogosféra... e só fui perceber isso hoje... será que agora vai?




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Eu também vou reclamar - Guerra? É pra já!


Cigarro? Ah, um cigarrinho!


Como bom maníaco por manias, eu tenho minhas manias alérgicas também.

Já falei várias vezes que cheiros, coisas gosmentas, sangue e até conversas sobre determinados assuntos me fazem passar mal. Não preciso nem falar que a fumaça do cigarro é mais prejudicial do que o próprio cigarro e que o fumante passivo sofre mais do que o ativo com problemas de saúde. Essas coisas agora jé vêm até na própria embalagem do cigarro.

Só de passar perto de alguém fumando na rua eu sinto falta de ar, ânsia de vômito e o meu nariz tranca. Não sou fã de bares enfumaçados, de muita gente por perto nem de bêbados. Mas bêbados, se não estiverem fedendo, não me incomodam tanto assim. Pessoas tem características diferentes e agem de maneira diferente, muitas vezes por experiências e traumas vividos... cada um é cada um.

Eu sou contra o cigarro! Não estou levantando uma placa, mas uma discussão. Essa é a minha opinião. É isso que eu acho. E eu não vou parar de reclamar!

Se o cheiro ou a fumaça do cigarro não me fizessem mal algum... ai, sim, não teria qualquer problema. Até que eu sou bem liberal quanto a isso, se alguém quiser fazer algo que se prejudique, então que evite prejudicar aos outros.


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NOVIDADE!!

Está acertada a participação de um novo bloguista n'O Conde. O nome dele é André Fleuringer, um grande amigo meu, o melhor que eu tenho. Ele é loiro, de olhos azuis, alto, mora na Espanha e recebe em euro (e ainda está solteiro, meninas!).

Ainda estamos acertando algumas questões burocráticas e técnicas quanto ao modelo do celular, a liberação da linha, o contrato de adesão, a remuneração e a carga horária... NADA!

Logo, logo o André vai estar por ai! Aguardem!


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Domingo, Maio 11, 2008

Extra! Extra! - 31 de maio!

E continuam aparecendo eventos marcantes para o dia do meu aniversário de (tcharam!) 20 anos. A bola do post é:

A reprise do último capítulo da novela Duas Caras.

Agora sim! Agora sim o dia vai entrar para a história!

Fonte: Folha Online

*Ninguém me convidou para uma festa surpresa ainda, agendem rápido!


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Re-running

Crônica de Hoje:
Um Conto Horaciano


Apesar de manco, Horácio era um excelente jogador de vôlei. Até que jogava bem basquete também. Mas era como a maioria dos brasileiros, digo, dos humanos, no futebol.

Horácio era alérgico a batatas. E não comia a mandioca "por precaução.", dizia ele.

Horácio não era nem preto nem branco. Era brasileiro! Um ser "afro-índio-europeu... e por ai vai, e vai longe...".

Horácio não fumava e não fumavam Horácio. Nem só para experimentar.

Horácio gostava de ler, de escrever, de ser, de existir, de sentir, de rir, de dormir... de preferência verbos terminados em "er" e "ir"... as outras terminações não soavam bem aos seus ouvidos - ainda.

Horácio fazia o arroz. Mas o arroz não fazia o coitado do Horácio.

Horácio era mistura de gaúcho com baiano. Quase um "goiano".

Horácio era inteligente e besta. Confuso e organizado. Introvertido e desesperado.

Horácio era gremista e colorado! Coitado!

E Horácio... “O grande Horácio!”, pediu para eu terminar por aqui essa crônica... antes que a coisa piorasse ainda mais pro lado dele.


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F1 - Deu Massa!



Já falei que sou muito fã da Fórmula 1. Que não gosto nem um pouco da McLaren. Que sou absurdamente ferrarista. Que não gosto do Kimi Räikkönen e que, portanto, faço parte da torcida "Massista".

Muitas vitórias ao brasileiro e à Ferrari!


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Futebol - Provocou? Agora aguenta!

Pois é... o Campeonato Brasileiro começou ontem. E o meu time perdeu hoje. Coisas que acontecem, nem o melhor time do Brasil - na atualidade - ganha sempre.

Quanto ao Corinthians, felicidade de torcedor adversário dura pouco, né?! Abri o maior sorriso e soltei a maior gargalhada possível quando o CRB fez 1x0 com menos um minuto de jogo. Quase chorei um minuto depois, mas... tomei fôlego e continuei torcendo contra! Para azar do pobre do CRB...


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Sábado, Maio 10, 2008

Extra! Extra! - Por falar em fumar...




Se você é fumador, adora dar umas chupadas para relaxar ou tem problemas de relacionamento:

Saiba como fumar sem ser odiado.

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Dica: Saber é bom demais!.

Tutorial: ChristianGump.net.


Imagem: UpdateOrDie.com


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Parênteses XXXVI - Dá-lhe

"Quero falar com quem manda nisso aqui! Cadê o bloguista?"
(estrondo de trovão, seguido de gritos e barulho de pantufa)

Pois é, cadê o bloguista?

Será que a razão tomou conta dele e ele desistiu de pagar uma fortuna para acessar internet? Quem sabe?!

Para quem não sabe, dia 31 de Maio é o Dia Mundial de Combate ao Tabagismo.

Para quem não sabe, dia 31 de Maio é o dia do lançamento do livro Entrelinhas - Contos e Microcontos, da Editora Andross, e o bloguista que vos fala tem dois textos selecionados para a publicação.

E para quem também não sabe, dia 31 de Maio é meu aniversário.

"E eu com isso?", você me pergunta... "E eu contigo?", eu te respondo!

E vivemos felizes para sempre! Outra vez.

Fala sério... já viu alguém fazer aniversário em um dia tão "importante" assim?


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Quinta-feira, Maio 08, 2008

Crônica de Hoje:
Cotidiano II


"Como ele é estúpido!", disse ela.
"Calma!", falou a amiga.
"Calma? Como eu posso ficar calma?"
"Amiga, pensa bem... não vai fazer besteira, ele ama você e, você sabe disso."
"Eu sei! E é isso que me irrita mais! Como ele pôde?"
"Não foi nada tão ruim assim querida..."
"Eu vou matar ele! Eu vou matar ele!..." (choro)
"Calma amiga! Calma! Você quer que eu vá praí? A gente pode..."
"Não.", interrompeu ela, "Não precisa. Você tem razão... ele me ama mesmo... e não fez nada de tão ruim assim... você tem razão, amiga! Obrigada!"
"Não foi nada! Qualquer coisa me liga de novo, viu?!"
"Tá certo, pode deixar."

Despediram-se. Desligaram o telefone. A amiga voltou a trabalhar. E ela desamassou o tubo de pasta de dente e foi ver tevê.


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Quarta-feira, Maio 07, 2008

Parênteses XXXV - Dá-lhe!

Os Seminovos - Ao mestre, com carinho



Atenção! Temática adulta!



Vale a pena ver!


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Terça-feira, Maio 06, 2008

Um poema:
Coisa de amigo


Acabei de acordar,
Mas ainda não dormi.
Reciclei um bocejo que dei ontem, e
Resolvi morrer.

Acabei me levantando,
Mesmo sem cair.
Enfiei a escova na boca
Torcendo para engasgar.

Comecei o dia pensando na vida...
Resolvi esquecer do tempo
E decidi voltar a dormir.
Mas quem sou eu para sonhar?

Liguei para um amigo
Que me prometeu um abrigo,
Um abraço, um colo, um ombro,
Uma cama escondida e um livro.

Contei-lhe um segredo.
Chorei-lhe um obrigado.
Recusei o abrigo, a cama e o livro,
E mesmo sem querer,
Me fui, fui viver outro dia.

Acabei escrevendo um poema...
Sem sequer saber por onde começar.
Terminei-o sabendo
Onde um amigo vai sempre estar.


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Domingo, Maio 04, 2008

Parênteses XXXIV - Dá-lhe!



E deu Palmeiras! E deu Internacional e Flamengo também... Cruzeiro... Fortaleza... Vitória... Figueirense... Coritiba e Itumbiara...todos levaram um título estadual hoje!

Parabéns aos campeões!

*e aos corintianos de plantão: Feliz segunda divisão! - digo - Um melhor 2º semestre!


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Sábado, Maio 03, 2008

Extra! Extra!

Calma! Amanhã eu volto!

E independentemente da final!

Vou bolar alguma coisa se o Palmeiras for campeão! E vou ter que bolar alguma se não for, né?! Alguma idéia de "mico em blog" ou coisa do tipo para apostar comigo?


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Sexta-feira, Maio 02, 2008

Parênteses XXXIV - Desenhos

Nada como acordar cedo para ver desenhos!

"Três Espiãs D+"

"Pato Donald"

"Os Simpsons"



....

Eu sempre disse que não quero voltar a ser criança (não quero mesmo!), e não porque não gosto de crianças, eu gosto, adoro! Sério! Mas não gostei de ser criança! Prefiro fazer parte dos "grandes" e poder importunar elas... ensinar palavrões... sabe como é, né?

Eu queria mesmo era ter tempo para ver desenhos!

Será que as crianças entendem os desenhos? Sinceramente, eu não entendia quando yo era criança... e vocês?


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Feriadão!

O ruim de ter um blog sozinho é que as vezes falta tempo para escrever e postar.

Mas nada de desistir! O Conde continua, e com novidades a partir dos próximos dias... me aguardem!


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Quinta-feira, Maio 01, 2008

Extra! Extra!

O Corinthians ganhou!

O Palmeiras perdeu!

E é melhor eu ficar quieto sobre futebol até domingo a noite... não quero engolir mais nada!


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O Conde, de Ivan Grycuk.

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